Carmén defende fim de benefícios a juízes; Crise turca afeta bolsa e dólar no BR

11/08/2018 18h56 - Atualizado em 11/08/2018 18h56

Antes de deixar a presidência do Supremo Tribunal Federal (STF), a ministra Cármen Lúcia tenta reduzir gastos na corte e defende o fim dos penduricalhos na remuneração do Judiciário. Na sua manchete, O Globo lembra que Cármen foi voto vencido essa semana, quando os ministros do STF autorizaram o reajuste de 16,38% em sua remuneração para 2019.

A atual presidente do STF estaria preocupada com a situação econômica do Brasil e a repercussão do reajuste na remuneração em todo o país. "Cármen Lúcia defende fim de penduricalhos para salários do Judiciário", informa a manchete do Globo.

O Ministério Público Federal (MPF) também aprovou um reajuste de 16,38% nos salários dos procuradores para acompanhar o aumento autorizado pelos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF). Na primeira página, o Estado de S.Paulo destaca que o Conselho Nacional do MP inseriu no orçamento de 2019 o reajuste e o impacto anual da medida deve ser de R$ 223,7 milhões.

O Estadão também comenta o impacto da crise turca na economia brasileira e destaca que o dólar fechou a sexta-feira (10) com alta de 1,75%, cotado a R$ 3,86. O matutino paulista explica que a fragilidade da moeda turca, a lira, e o receio de que o país não consiga honrar seus compromissos financeiros prejudicam a economia.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que a relação do país com a Turquia não está boa no momento e autorizou taxas mais altas para importações da Turquia. "Crise turca derruba mercados e afeta Bolsa e dólar no Brasil", aponta o título principal do Estadão.

A Folha de S. Paulo mostra o crescimento da participação dos militares em chapas nas eleições e afirma que a candidatura de Jair Bolsonaro (PSL) e a escalada da violência são fatores que contribuíram para a construção das chapas.

Segundo o matutino, oito militares buscam se eleger em governos estaduais, outros doze integram a chapa como candidatos a vice e oito militares tentam uma vaga no senado. "Policiais e militares ganham destaque em chapas nesta eleição", sublinha a manchete da Folha.

 

— g1.globo.com

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